Publicações

Viabilizadas em razão da atuação da Promotoria Estadual de Defesa do Patrimônio Cultural e Turístico de Minas Gerais

Morro do Pilar – História, costumes e tradições

Registro da história viva do Morro do Pilar, município localizado na região central de Minas Gerais, que representa uma vasta fonte de informação para quem busca entender uma parte importante da colonização brasileira.

Fruto de um amplo trabalho, realizado por uma equipe multidisciplinar de pesquisadores, as páginas destacam eventos típicos, como as cavalgadas Rumo ao Jubileu e a Marujada, e locais com passado colonial. Descrevem também tradições, como a produção de queijos e as rezas das benzedeiras. Em linguagem simples, o livro é fonte de consulta para estudantes, para educadores e para quem se interessa pelas riquezas do interior de Minas Gerais

200 anos fábrica patriótica – a primeira indústria de ferro do Brasil

Há 200 anos, a Fábrica Patriótica foi pioneira na produção de ferro fundido em escala industrial. Sua história marca o nascimento e desenvolvimento do potencial siderúrgico brasileiro, acompanha a evolução do Brasil colônia para república e o crescimento social, cultural e urbano do país.

O livro foi supervisionado pelo arqueólogo Warley Delgado, com pesquisas de Frederico Alves Pinho, Ismael Krishna de Andrade Neiva, Luana Carla Martins Campos, Gabriela Dias de Oliveira e Mariana Gonçalves Moreira, traz um mapa colorido, elaborado pelo alemão, com a descrição dos setores da siderúrgica, que funcionou até 1922

Fazenda do Laranjo – Patrimônio Cultural de Pompéu

O livro que relata a construção do solar do Laranjo e sua mudança para dentro da sede do município de Pompéu, é parte do acordo firmado entre o Ministério Público de Minas Gerais, o Consórcio Construtor da UHE Retiro Baixo e o município de Pompéu.

Organizado pelo grande professor Cláudio Listher Marques Bahia, arquiteto responsável pela transferência da antiga sede da Fazenda do Laranjo e demais edifícios no entorno.

BAHIA, Cláudio Listher Marques (Org.). Fazenda do Laranjo. Patrimônio cultural de Pompéu. Belo Horizonte, Rona Editora, 2012.

Marcas Históricas Miguel Burnier

O livro reúne textos ou capítulos que abordam temas variados sobre o distrito de Miguel Burnier, município de Ouro Preto, iniciando com o período pré-colonial até aspectos mais recentes e atuais sobre este distrito e arredores.

Marcas Históricas Miguel Burnier – Ouro Preto / Alenice Baeta, Henrique Piló (org) – Belo Horizonte: Gerdau, 2012

A publicação foi patrocinada pela Gerdau.

Quilombolas – somos todos parte dessa história

O livro, que é fruto de um acordo firmado entre a Anglo American e o Ministério Público de Minas Gerais, apresenta um estudo sobre os quilombos no Brasil e, em particular, sobre os quilombos do Médio Espinhaço, região mineira onde foi implantado o empreendimento da Anglo American Minério de Ferro Brasil S.A.

Nila Rodrigues Barbosa, Ulisses Manoel da Silva e Roberto Murta, 2014.

Morro do Pilar – Carta Arqueológica

Organizado pelos arqueólogos Alenice Baeta e Henrique Piló

Fruto de um acordo firmado entre a Manabi  e o Ministério Público de Minas Gerais, a carta arqueológica é composta por textos e capítulos, apêndices e o mapa arqueológico.

O percurso histórico escolhido na elaboração da Carta Arqueológica foi o de mapear alguns lugares de memória de Morro do Pilar e contextualizá-los, sem pretensão de esgotar tal mapeamento, tendo em vista a grande riqueza patrimonial desta região.

Patrimônio Espeleológico em Rochas Ferruginosas –  Propostas para sua conservação no Quadrilátero Ferrífero, Minas Gerais

Organizadores:
Úrsula de Azevedo Ruchkys
Luiz Eduardo Panisset Travassos
Marcelo Augusto Rasteiro
Luciano Emerich Faria

O território do Estado de Minas Gerais está todo permeado por grutas, cavernas, abrigos e outras ocorrências espeleológicas que, há quase dois séculos, têm sido objeto de pesquisas sistemáticas desenvolvidas por cientistas estrangeiros e nacionais em busca de informações sobre a evolução da vida sobre a Terra. Para tanto, torna-se essencial a socialização do conhecimento sobre esses bens, conhecimento esse não raras vezes diluído em relatórios técnicos fadados simplesmente a ocupar, burocraticamente, o espaço de arquivos de órgãos ambientais.
Nesse cenário, surgiu a oportunidade de, por meio da Sociedade Brasileira de Espeleologia, associação com larga tradição e respeitabilidade no campo da espeleologia, viabilizar a parceria que redundou na publicação Patrimônio espeleológico em rochas ferruginosas – Propostas para sua conservação no quadrilátero Ferrífero, Minas Gerais. E esta obra jogue luz e desperte novos olhares sobre essa relevante, mas pouco conhecida, porção do patrimônio espeleológico existente em Minas Gerais, pois ele merece maior atenção e respeito por parte de todos nós.

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Arqueologia e História

Alvorada de Minas   Conceição do Mato Dentro   Dom Joaquim

O livro escrito por Sonila Morelo é produto do licenciamento ambiental integrado ao projeto de mineração Minas-Rio da Anglo American Minério de Ferro Brasil. Ele apresenta, de forma clara e objetiva, os primeiros resultados das pesquisas arqueológicas e históricas realizadas nas regiões de Alvorada de Minas, Conceição do Mato Dentro, Dom Joaquim.

Sonila Morelo & Roberto Murta, 2013.

 Serra da Moeda – Patrimônio e história

O livro Serra da Moeda – Patrimônio e história, organizado por Alenice Baeta e Henrique Piló com participação de 10 conhecedores da belíssima e rica região situada nas vizinhanças de Belo Horizonte, entre outros detalhes traz uma informação pouco conhecida do público. No século 18, a Serra da Moeda foi reduto de moedeiros falsos. A figura mais expressiva do grupo foi o padre Inácio de Souza Ferreira. A fábrica em que se cunhavam as peças falsificadas ficava no Vale do Paraopeba. Barras de ouro também eram falsificadas. Ainda existem ruínas da oficina instalada nas terras de uma fazenda dos Borges de Carvalho, no povoado de Jesus Maria José da Boa Vista.

As ruínas ficam ao lado da pequena Igreja de São Caetano.

O texto sobre os falsificadores que agiam na região do Paraopeba é meio complicado devido à riqueza de detalhes a respeito da atuação desses malandros, que acabaram se tornando nos mais expressivos cunhadores de moedas falsas do Brasil colônia. Sua atividade acabou dando nome à Serra da Moeda e ao município de Moeda Velha. Acabaram todos presos e condenados pela Coroa.

A publicação foi patrocinada pela Gerdau.

Carta Arqueológica de Congonhas

Primeira de Minas e das únicas do país elaborada para mapear sítios históricos e nortear ações no município e no vizinho Jeceaba, a fim de impedir danos ao patrimônio cultural. O trabalho, organizado pelos arqueólogos Alenice Baeta e Henrique Piló, foi possível graças a uma medida condicionante no processo ambiental de uma mineradora que atua na região, firmada com o Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), via Coordenadoria das Promotorias de Justiça de Defesa do Patrimônio Histórico e Turístico (CPPC).

Os levantamentos demandaram um ano e meio e resultaram na identificação de 117 sítios históricos de explotação mineral nos séculos 18 e 19. “Há caminhos e estradas antigas, galerias de mineração, mundéus ou tanques para lavagem de ouro e outros”, diz Piló, que ficou impressionado com o potencial de Congonhas. “Às vezes, nas conversas com moradores, nos surpreendíamos quando diziam, na maior simplicidade, que tinham galerias bem no quintal de casa”, conta o arqueólogo.

Cavernas  da Serra do Espinhaço Meridional

A obra, de 352 páginas e conteúdo em português e inglês, é resultado de cinco anos de pesquisa em uma área de, aproximadamente, 600 Km de extensão. O trabalho foi realizado por uma equipe técnica diversificada, incluindo alguns dos maiores espeleólogos do Brasil, como os organizadores Augusto Auler, Luciana Alt, Marina Leão e Vitor Moura.

A Serra do Espinhaço Meridional apresenta um rico patrimônio espeleológico, com centenas de cavernas em mármore, quartzito e em formações ferríferas. Essa característica é rara, uma vez que, além dessa região, apenas os Andes possuem formação geológica com cavernas compostas por três ou mais tipos de rochas diferentes em todo o mundo.

Em linguagem acessível para todos e um vasto acervo de informações, a obra é fruto de parceria entre o Ministério Público de Minas Gerais, a Anglo American e a consultoria Carste Ciência e Meio Ambiente.

Publicações

Apoiadas pela Promotoria Estadual de Defesa do Patrimônio Cultural e Turístico de Minas Gerais

Geossistemas Ferruginosos do Brasil

Áreas prioritárias para conservação da diversidade geológica e biológica, patrimônio cultural e serviços ambientais

O livro “Geossistemas Ferruginosos do Brasil: áreas prioritárias para conservação da diversidade geológica e biológica, patrimônio cultural e serviços ambientais” é o resultado direto da colaboração inestimável de 54 renomados pesquisadores, e suas respectivas instituições nacionais e internacionais, que contribuíram como autores ou revisores técnicos dos 19 capítulos.

Fruto de parceria do Ministério Público de Minas Gerais, através do Núcleo de Resolução de Conflitos Ambientais – NUCAM e da Promotoria Estadual de Defesa do Patrimônio Cultural e Turístico do Estado de Minas Gerais pelo apoio institucional, possiu o  objetivo de socializar o conhecimento, ação fundamental para que a sociedade possa reconhecer a importância ambiental dos geossistemas ferruginosos.

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Catálogo da Mostra Patrimônio recuperado

A exposição, que  integra as comemorações do Ano do Barroco e do Bicentenário de Morte de Aleijadinho,  é o resultado de mais de 11 anos de trabalho e representa uma pequena parte do acervo apreendido. Atualmente, existem aproximadamente 500 peças resgatadas no estado à espera de identificação. “O nosso desejo é que essa exposição tenha cada vez menos peças. Uma das maiores dificuldades é identificar a procedência, a origem desses bens culturais, até porque, muitos deles são adulterados para dificultar o reconhecimento”, diz Marcos Paulo.

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 Manual de Atuação dos Agentes do Patrimônio Cultural

O Manual tem como objetivo oferecer aos conselheiros e agentes locais a possibilidade de aprimoramento sobre sua atuação na formulação, regulamentação e implementação das políticas de preservação do patrimônio. Diante disso, a edição do Mestres e Conselheiros – Manual de Atuação dos Agentes do Patrimônio Cultural, afigura-nos como um passo importante para o alcance de uma atuação mais qualificada na proteção e preservação do patrimônio cultural de Minas Gerais, enquanto direito fundamental que pertence não só às presentes, mas também às gerações que ainda estão por vir. Nesta perspectiva, o Manual e o encontro Mestres e Conselheiros – 2º Fórum Agentes do Patrimônio mostram a consolidação de parcerias entre diversos órgãos, o Instituto de Estudos do Desenvolvimento Sustentável (IEDS), o Ministério Público Estadual (MPE), o Instituto Estadual do Patrimônio Histórico e Artístico de Minas Gerais (IEPHAMG) e o Mestrado Interdisciplinar em Ambiente Construído e Patrimônio Sustentável da UFMG (MACPS), visando difundir a preservação dos bens culturais. Por fim, o manual traz um glossário básico assim como alguns documentos importantes no campo da preservação.

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Direito do Patrimônio Cultural – Compêndio da legislação brasileira

A tutela do patrimônio cultural brasileiro é assunto de extrema relevância que desperta a atenção e curiosidade de toda a sociedade. Trata-se de matéria que, apesar de exercer grande fascínio, é bastante complexa e difícil de ser trabalhada.

Um dos maiores problemas enfrentados consiste na dificuldade de acesso à legislação sobre o patrimônio cultural brasileiro, muito extensa, pouco conhecida e sistematizada, com normas esparsas.

Nesse contexto, a obra dos juristas Carlos Magno de Souza Paiva e Marcos Paulo de Souza Miranda é muito feliz e oportuna, possibilitando aos operadores do direito e aos estudiosos do tema patrimônio cultural a consulta à legislação pertinente de forma lógica e bem organizada.

Trata-se de trabalho que certamente auxiliará, e muito, a todos que se dedicam à proteção do patrimônio cultural brasileiro.

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